15 coisas irrelevantes sobre mim

Acho esse tipo de coisa interessante para divulgar blogs de amigos e saber suas respostas! Então antes de publicar a minha lista quero pedir para a Luh Moon e Carola, que também escrevem lá no Pena Mágica comigo, a Márcia (As cartas que não mando…) e o Lipe (Daora a Vida) para fazerem o mesmo. =3 Indiquem pra quantos quiserem e se quiserem.

 

01 – Meu último nome é Ataides.

02 – Fiz natação por quase 10 anos, competi por 6 anos e já sonhei em ser profissional.

03 – Tenho 4 graus de astigmatismo em cada olho, mas uso óculos para pouquíssimas coisas.

04 – Meu cabelo natural é loiro escuro e eu pintei pela primeira vez aos 13 anos.

05 – Eu sou canhota e realmente adoro isso, não sei por quê.

06 – Já fui aspirante a funkeira num passado distante, mas prefiro não falar sobre isso.

07 – Fiz um ano e meio de dança de salão, mais especificamente forró, mas aprendi um pouco de salsa também.

08 – Nunca liguei pra escola. Fiquei em recuperação pela primeira vez na quarta série e depois todos os anos seguintes até terminar o ensino médio.

09 – Nunca quis entrar em uma universidade federal até o final do segundo colegial e passei no vestibular com cota para negros e pardos.

10 – Não gosto de Beatles e gosto de Justin Bieber. Eu não estou dizendo quem é mais talentoso, eu sei que estou errada. Mas a culpa não é minha, juro, não me matem.

11 – Eu geralmente fico afim de caras gays. Então se eu tiver uma quedinha por você, cuidado: você pode ser gay.

12 – Sei os primeiros 151 pokémons de cabeça na ordem da pokédex. Mas isso não é curiosidade, já se espalhou por metade do meu departamento da faculdade. Next.

13 – Não gosto muito de batata frita, geralmente dou minha batata dos fast foods para quem tiver ido comigo.

14 – Aprendo sotaques, gírias, vícios de linguagem e expressões com uma facilidade assustadora. Faz três anos que passei dois dias em São Paulo e falo “mano” até hoje.

15 – Dificilmente sinto vergonha. Qualquer coisa que você só faz bêbado é provável que eu fizesse sóbria. Isso é um problema enorme, na verdade.

 

Acho que foi meu post mais informal até agora. Façam ai e comentem! HAUSSAHUSAHAS =P

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E quem vai vencer a Guerra dos Tronos?

Já faz um tempo considerável que estou envolta pelo universo de literatura fantástica medieval de As Crônicas de Gelo e Fogo – ou mais conhecida, devido a série da HBO baseada na obra, como Game of Thrones – autoria de George R. R. Martin. A série começou a ser publicada em 1996, possui atualmente cinco livros já lançados (tendo cada um de 700 a 1000 páginas) e previsão para a publicação de mais dois antes de chegar ao fim.

A história pode ser vista como tendo dois núcleos principais: o primeiro e o maior deles conta a história na Guerra dos Tronos, quando após a morte do rei Robert Baratheon as famílias mais importantes e poderosas dos Sete Reinos – Starks, Targaryens, Lannisters, Baratheons e outras aliadas ou com menor influência – disputam a posse do Trono de Ferro e o domínio dos Sete Reinos. O segundo núcleo é contado, em geral, pelo ponto de vista de Jon Snow, filho bastardo de Eddard Stark. Snow se junta a Patrulha da Noite, que tem a função de guardar a Grande Muralha que fica ao norte protegendo os Sete Reinos de um velho mundo sombrio e desconhecido, que esteve quieto por um longo tempo e parece cada vez mais próximo do despertar.

Apesar de muitas vezes comparada com outras obras, como O Senhor dos Anéis (J. R. R. Tolkien, publicada em 1954), As Crônicas de Gelo e Fogo possui uma leitura mais fácil e menos cansativa do que a proporcionada por Tolkien. Não deixando a desejar em nenhum dos pontos exigidos pelo seu público alvo, George R. R. Martin criou incontáveis personagens e diversas histórias menores durante o desenrolar da trama, além da indispensável fantasia do gênero, como dragões, lobos gigantes, alquimistas e outras criaturas ainda “para lá da muralha”.

Para as garotas que gostam de um bom épico fantástico, um dos pontos que se destacam em As Crônicas de Gelo e Fogo, respeitando a lógica de uma obra baseada na Idade Média, George R. R. Martin nos apresenta personagens femininas fortes, influentes e inteligentes. Já para quem não gosta de ler, mas ainda sim se interessa pelo gênero, a adaptação para a televisão feita pela HBO é incrivelmente fiel a original, sendo todas as cenas de violência e sexo muito bem feitas. Vale a pena cada hora gasta com a obra.

Prefiro os contos

Ando em um momento de completa saudade dos contos românticos saborosos, puros e simples; com boas histórias de uma página ou duas. Recordo-me dos já passados e dos que valeram a pena de alguma forma. Penso sobre os sorrisos misturados na memória, os abraços, as aventuras, as piadas, os beijos…

Não anseio por longos romances – aqueles que ficam empilhados nas prateleiras alheias, expostos como troféus de felicidade – esses, atualmente, não me enchem os olhos com suas tramas complexas demais. Prefiro ficar com a lembrança das minhas conversinhas bobas e uma pitada de malícia no telefone, algumas que ainda consigo recordar o tom de voz e as palavras usadas. Saudade de cada um a cada minuto, tanto dos que cantavam quanto dos que contavam histórias… Ou era a mesma pessoa? Acho graça ao lembrar dos tímidos ou fico tímida ao lembrar dos que não eram tanto… Pensando bem desse último gênero eu não conheci muitos, prefiro os que coram de vergonha e se assustam com o meu abuso… Adoro os que se assustam!

Sinto falta desses romances que me fazem bem, porque deixam um toque de conto de fadas… E depois? Depois deixa seguir, deixa ser amizade, deixa entrar na minha vida pra sempre, deixa ser alguém especial de verdade. Esquece isso de namoro, é complicado, não vamos estragar uma história tão bonita, vamos? Eu não estou pronta para dar certo ainda, sou imatura demais pra isso… Não é exatamente como quero que seja, apenas reconheço que é, então me deixa crescer primeiro, deixe que eu me prepare para escrever romances que fiquem de pé na prateleira, por enquanto só sei engatinhar.

 

Feliz Dia dos Namorados para nós que preferimos viver os contos.